sexta-feira, 22 de abril de 2016

Livro "História da Filosofia - Filosofia pagã antiga" - Volume I


"A história da filosofia é a história dos problemas filosóficos, das teorias filosóficas e das argumentações filosóficas. É a história das disputas entre filósofos e dos erros dos filósofos. É sempre a história de novas tentativas de versar sobre questões inevitáveis, na esperança de conhecer sempre o melhor a nós mesmos e de encontrar orientações para nossa vida e motivações menos frágeis para nossas escolhas. A história da filosofia ocidental é a história das ideias que informaram, ou seja, que deram forma à história do Ocidente. É um patrimônio para não ser dissipado, uma riqueza que não se deve perder. E exatamente para tal fim os problemas, as teorias, as argumentações e as disputas filosóficas são analiticamente explicados, expostos com a maior clareza possível". (Apresentação da Editora)

Exposição: “Pólis: Viver na Cidade Grega”


http://www5.usp.br/105825/exposicao-no-mae-apresenta-o-cotidiano-na-grecia-antiga/

A Trilogia Tebana


"Aurora do teatro moderno, a tragédia grega, profundamente ligada a cultos e tradições, é também um reflexo da vida pública do período clássico. Numa época em que o conservadorismo religioso se misturava a idéias inovadoras, o teatro só podia refletir tais ambigüidades e tensões. Verdadeira antologia das principais obras que nos ficaram de Ésquilo, Sófocles e Eurípides, os volumes de A Tragédia Grega são traduzidos diretamente do original pelo eminente helenista Mário da Gama Kury. "A trilogia tebana" traz ao público três peças do autor grego que compôs mais de 100 dramas, dos quais apenas sete tragédias completas chegaram até o nosso tempo. Depois de quase dois milênios e meio, "A trilogia tebana" é considerada uma das mais belas e importantes obras da cultura universal. Todo o teatro que se fez até hoje no Ocidente tem suas raízes mais profundas na obra de Sófocles, que inovou a tragédia grega ao deslocar o motivo das ações para a vontade humana e não mais para as maquinações divinas". (Apresentação da editora)

http://www.colegiopodium.com.br/blog/wp-content/uploads/2015/02/sofocles-trilogia-tebana.pdf

“O Nascimento da Filosofia na Cidade Grega Antiga”


Curso: “O Nascimento da Filosofia na Cidade Grega Antiga”

Professor: Francisco José Nunes
(Mestre em Ciências Sociais – PUC-SP;
Graduado em Filosofia – UNIFAI-SP;
Professor de Filosofia na Faculdade Cásper Líbero)

Datas: 09, 16, 23 e 30 de maio (segunda-feira)

Horário: das 14h às 16h

Locais:

1.     Livraria PAULUS – Vila Mariana (dias 09, 16 e 23)
Rua Pinto Ferraz, 207 – Fone: 5571-6458 (Inscrições)

2.     Museu de Arqueologia e Etnologia – MAE/USP (dia 30)
Av. Prof. Almeida Prado, 1466 – Cidade Universitária


Investimento: R$50,00.


Apresentação

         O curso pretende proporcionar uma introdução geral à Filosofia e ao mesmo tempo criar um ambiente de reflexão sobre o nascimento da Filosofia na Grécia. Será feita uma abordagem em diversas perspectivas: histórica, econômica, religiosa, cultural e artística.

         A abordagem da formação da Pólis, a Cidade Grega Antiga será feita através de duas peças de teatro: a tragédia de Sófocles “Antígona”; e, a comédia de Aristófanes “Lisistrata – A Greve do Sexo”. Uma análise da relação entre a representação do oikos (a casa) e a pólis (a cidade) irá possibilitar uma reflexão sobre o nascimento da Cidadania, da Política, os conflitos na construção do papel social de homens e mulheres, a importância do teatro na cidade grega.

         As referências bibliográficas para o curso são: “História da Filosofia: Filosofia Pagã antiga”, Volume I, de Giovanni Reale e Dario Antiseri, Editora PAULUS; “Estudos sobre a Cidade Antiga”, de Maria Beatriz Borba Florenzano e Elaine Farias Hirata (Orgs.), Editora EDUSP; “Introdução à História da Filosofia – dos Pré-Socráticos a Aristóteles” – Volume I, de Marilena Chaui, Editora Companhia das Letras; “Antígona”, de Sófocles, tradução de Millôr Fernandes, Editora Paz e Terra; “Lisístrata – A Greve do Sexo”, de Aristófanes, tradução de Millôr Fernandes, Editora L&PM.

Metodologia:

Análise de textos selecionados, análises de obras de arte, debates, visita ao museu.

Público-alvo:


Pessoas interessadas em Filosofia, Artes e Teatro; estudantes do Ensino Médio e Superior; ativistas sociais; e, interessados em geral.

quarta-feira, 23 de março de 2016

A Escravidão no Brasil


“A Escravidão no Brasil”
Joel Rufino dos Santos
Editora Melhoramentos – 2013


Apresentação da Editora

A obra se apresenta como uma metodologia para o ensino da escravidão no Ensino Fundamental II. Tem início com as acepções de escravidão no dicionário, distinguindo cada uma, destacando que escravidão (fato histórico) e trabalho escravo são diferentes.

A reflexão tem início com o entendimento da Escravidão como o capítulo inicial da primeira globalização do planeta. Como era o tráfico negreiro? O que era ser escravo no Brasil?

O capítulo seguinte da obra se detém em esmiuçar aspectos da escravidão brasileira, como os escravos de escravos e os motivos pelos quais o escravo principal no Brasil foi o negro, e não o índio.

Depois de explicar aspectos históricos relacionados ao fenômeno no país, o autor especula sobre os motivos pelos quais se deve ensinar a escravidão - fato histórico - no Brasil de hoje. O que a escravidão nos deu? Qual o seu legado histórico e cultural?


A obra se encerra com indicações de livros e vídeos que abordam a questão, bem como temas correlatos, como racismo, preconceito racial e discriminação racial. Atualizando a discussão, traz dados para análise dos motivos pelos quais negros e índios são os mais pobres dentre os brasileiros.

Brasil: uma biografia


“Brasil: uma biografia”
Lilia Moritz Schwarz e Heloisa Starling
Companhia das Letras – 2015

Apresentação da Editora:

Aliando texto acessível, vasta documentação original e rica iconografia, Lilia Moritz Schwarcz e Heloísa Starling propõem uma nova (e pouco convencional) história do Brasil.

Nessa travessia de mais de quinhentos anos, se debruçam não somente sobre a 'grande história' mas também sobre o cotidiano, a expressão artística e a cultura, as minorias, os ciclos econômicos e os conflitos sociais (muitas vezes subvertendo as datas e eventos consagrados pela tradição).

No fundo da cena, mantêm ainda diálogo constante com aqueles autores que, antes delas, se lançaram na difícil empreitada de tentar interpretar ou, pelo menos, entender o Brasil.


A história que surge dessas páginas é a de um longo processo de embates e avanços sociais inconclusos, em que a construção falhada da cidadania, a herança contraditória da mestiçagem e a violência aparecem como traços persistentes. Diverso e plural como o Brasil, o livro tem dez capas com diferentes combinações de cor.

terça-feira, 22 de março de 2016

Brasil: Mito Fundador e Sociedade autoritária


"Brasil: Mito fundador e sociedade autoritária"
Marilena Chaui
Editora Fundação Perseu Abramo - 2000

Apresentação da Editora:

Como foi construído o mito fundador do Brasil, desde 1500 aos nossos dias?

Que papel essa ideia desempenha em nosso país, como fator de coesão e de coerção social?

No momento em que o país é incitado a festejar os seus 500 anos, há realmente o que comemorar?


Essas são algumas das questões apresentadas por Marilena Chaui em Brasil: mito fundador e sociedade autoritária, livro que inaugura a coleção História do povo brasileiro.

http://www.usp.br/cje/anexos/pierre/brasil_mitofundador_e_sociedade_autoritaria_marilena_chaui.pdf