"Dois Papas" assistindo a final da Copa de 2014
quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
sexta-feira, 13 de dezembro de 2019
Podcast: Mexeram com os perdedores errados
Atores: Ricardo Darín, Rita Cortese e Luis Brandoni
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Áudio sem perda da maçã
domingo, 24 de novembro de 2019
Podcast: "O filme A Tabacaria e os desafios do nosso tempo"
Franz e Freud, no filme "A Tabacaria"
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Áudio sem perda da maçã
sábado, 16 de novembro de 2019
Podcast: Reflexões sobre as lutas antirracistas
Joselicio Junior - Juninho, no lançamento do livro:
"Reflexões de Resistência", ao lado do Prof. Dennis de Oliveira
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sexta-feira, 8 de novembro de 2019
Artigo: A morte e o Projeto de Vida
Obra: "Pelo amor de Deus" (Artista: Damien Hirst)
A morte e o Projeto de Vida
Já dizia o filósofo Montaigne: “Quem ensinasse os
seres humanos a morrer, os ensinaria a viver”.
Refletir
sobre a morte tornou-se um tabu em nossa sociedade contemporânea. Por inúmeros
motivos, a morte foi banalizada, ela tornou-se um evento genérico, distante e
virtual. Evita-se, constantemente, refletir sobre a morte.
Pensar
sobre a morte implica em pensar sobre o Projeto de Vida pessoal e coletivo. O
estilo de vida individualista, massificado e avaliado pela produção e acumulação
de bens, provoca uma alienação na existência humana. Porque a vida fica sem
sentido e torna-se uma vida absurda.
Nesta
perspectiva, dizia o filósofo Sartre: “Quanto mais absurda a vida, menos
suportável é a morte”. Para fugir do seu destino, isto é, que o ser humano é “um
ser para a morte”, mergulha-se nas longas jornadas de trabalho, no consumismo,
no hedonismo e em todo tipo de subterfúgio que busque o afastamento da reflexão
sobre a vida. A vida em comunidade, a vida planetária, o destino do ser humano e
de todos os seres existentes.
Neste
contexto, as pessoas idosas, as pessoas doentes e as pessoas mais pobres são as
mais penalizadas. Porque são tratadas como um peso para a sociedade, são
desumanizadas, apartadas e condenadas à morte de maneira cruel.
Pensar
sobre a morte implica em pensar sobre os valores humanos, a ética, os afetos e
nos aspectos sublimes da existência. Expressos na espiritualidade, ligada ou
independente da religiosidade; na produção estética; nas festas populares
autênticas; e nas diversas expressões do espírito humano.
Refletir
sobre a morte nos coloca numa reverência ao legado dos nossos antepassados e
exige de nós um compromisso com as gerações futuras.
Bibliografia
ARANHA,
Maria Lúcia de Arruda e MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 1993.
MONTAIGNE,
Michel de. Os Ensaios. São Paulo:
Companhia das Letras, 2010.
sábado, 19 de outubro de 2019
A Casa Tomada pelas Cabeças Negras
"Las patas en la fuente, imborrable imagen
de la movilizacion de 1945"
Ouça o programa: "A Casa Tomada pelas Cabeças Negras"
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sábado, 5 de outubro de 2019
Podcast: Coringa, um alerta
Coringa (Joaquin Phoenix)
O programa analisa o filme "Coringa", destacando os problemas causados pelo abismo crescente entre ricos e pobres; faz uma abordagem sobre as diversas formas de loucura; e, especula sobre as conseqüências sociais imprevisíveis em decorrência do fim das aposentadorias solidárias, do corte nos direitos trabalhistas e dos cortes nos investimentos nas áreas sociais.
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